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Nordeste concentra 40% das mudanças nos locais de votação no segundo turno

 


O presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministro Kassio Nunes Marques, anunciou na sessão desta terça-feira (20) que os TREs (Tribunais Regionais Eleitorais) registraram para o segundo turno, que será realizado no domingo (25), alterações em 102 locais de votação em todo o Brasil.

Das mudanças, a maioria se concentra na região Nordeste, com 41 endereços alterados.

Com 102 mudanças nos endereços de votação, o Nordeste concentra 40% das alterações, seguido do Sudeste (25,5%), do Norte (17,6%) e do Sul (14,7%). O Centro-Oeste foi a região que menos registrou alterações, com apenas duas, totalizando 2% dos casos.

O estado mais afetado foi Minas Gerais, com 17 alterações. Em seguida está o Maranhão, com 13.

Na segunda-feira (19), os presidentes dos TREs assinaram nota conjunta para dizer que as mudanças eram "excepcionais" e representam número menor do que em 2022. Segundo Kassio na sessão desta terça, a alteração foi 94% menor do que nas eleições gerais passadas. 

A seção eleitoral é a unidade em que o eleitor vota, geralmente uma sala dentro do local de votação, com uma urna eletrônica e uma mesa de mesários. Já o local de votação é um estabelecimento que pode abrigar várias seções eleitorais, como uma escola, universidade ou prédio público.

Fonte: Bahia Notícias


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Brasil ELEIÇÕES 2026 PESQUISAS Pesquisas indicam disputa apertada, mas a palavra final será das urnas

 


A eleição presidencial entra na reta final com Flávio Bolsonaro numericamente à frente de Lula nos levantamentos nacionais reunidos nos últimos dias, mas com diferenças estreitas e situações de empate técnico. O cenário exige cautela. Pesquisas são retratos do momento em que as entrevistas foram realizadas e não antecipam o resultado da votação. Somente a apuração das urnas, na noite de domingo, dia 25, revelará a vontade do povo brasileiro.

Na Bahia e no Nordeste, o quadro é mais favorável a Lula. Os levantamentos disponíveis mostram preferência majoritária pelo presidente nesses recortes, alimentando a expectativa de uma vitória expressiva na região. Essa força regional, porém, integra uma disputa nacional, cujo resultado depende dos votos de todo o país.

Com Jerônimo Rodrigues já reeleito governador da Bahia, a campanha de Lula busca transformar o apoio ao governo estadual em mobilização para o segundo turno. Nesse contexto, o alinhamento entre prefeituras aliadas, governo do estado e governo federal aparece como argumento político em defesa da continuidade das parcerias. A preferência indicada nas pesquisas, entretanto, não permite afirmar que todos os eleitores escolham Lula por essa razão.



A maioria favorável ao presidente também não significa unanimidade. Há uma parcela considerável de eleitores que prefere Flávio Bolsonaro, além de lideranças políticas que defendem outro caminho. Essa diversidade de posições faz parte da disputa democrática e recomenda cuidado com qualquer discurso de vitória antecipada.

Até sábado, dia 24, novas pesquisas já registradas estão previstas para divulgação. Elas poderão mostrar a manutenção das preferências ou mudanças nos últimos dias de campanha, sempre dentro dos limites de cada levantamento. Para o eleitor, a orientação é acompanhar os números com serenidade e distinguir expectativa de resultado. As pesquisas ajudam a compreender o momento. A decisão pertence ao povo e será expressa nas urnas.

                                                                                                                                         Fonte: Jornal Eco


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Lula critica Flávio Bolsonaro e Caiado por fala sobre minerais: “Vão vender o Brasil”


 
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), pré-candidato à Presidência, ao comentar as disputas em torno dos minerais críticos e das terras raras brasileiras.
 
“Essa gente vai vender o Brasil, e nós não podemos permitir”, disse Lula em entrevista ao ICL Notícias, realizada no Palácio do Planalto.
 
O presidente reagiu à participação de Flávio Bolsonaro na CPAC, conferência conservadora realizada em março, no Texas.
 
Na ocasião, o senador afirmou que o Brasil “vai ser o campo de batalha onde o futuro do hemisfério será decidido” e se colocou como uma alternativa para reduzir a dependência dos Estados Unidos em relação à China no fornecimento de minerais estratégicos.

Fonte: Bahia Notícias

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Nem Haddad nem Boulos: Lula define seu sucessor político

 


Muito se questiona no âmbito da esquerda sobre a dependência do carisma de Luiz Inácio Lula da Silva, de 80 anos, e a falta de uma renovação no campo democrático. Contudo, o presidente finalmente se decidiu sobre sua sucessão.

Informações da Veja. O político deu uma entrevista nesta quarta (1°) na TV Cidade do Ceará, afiliada da RecordTV. No papo, ele contou que tem planos maiores que uma eleição regional para o ministro da Educação Camilo Santana.

Camilo é visto no PT – Partido dos Trabalhadores – como potencial sucessor de Lula nas disputas para presidente. O ex-torneiro mecânico deu sinais sobre isso e disse que quer Camilo rodando o país.

“Eu preciso do Camilo viajando esse país. Na hora em que ele deixa o ministério e assume o Senado, ele tem mais mobilidade de viajar o Brasil e falar coisas que como ministro ele não pode falar. Ele vai ser um cabo eleitoral muito importante para a minha campanha, para a candidatura no estado do Ceará. Mas eu acho que o Camilo é uma liderança importante que precisa ser utilizada em nível nacional, para que as pessoas possam conhecê-lo melhor e para que a gente possa começar a criar novas lideranças em nível nacional”, disparou.

Indagado sobre a disputa no Ceará, se Camilo seria o nome do partido para barrar o êxito de Ciro Gomes no estado, o petista foi enfático: “Camilo tem outros voos para fazer”.

A coluna Radar da Veja revelou em 2024 que o PT já testava o nome de Camilo como candidato para substituir Lula, diante do fato de que daqui a oito anos Lula terá 88 anos, e dificilmente disputará novamente.

Fonte: Nem Haddad nem Boulos: Lula define seu sucessor político


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Eleitor tem até 6 de maio para regularizar pendências e ficar apto a votar

 


Eleitores que precisam tirar o primeiro título, regularizar pendências ou mudar o local de votação têm até 6 de maio para fazer a atualização na Justiça Eleitoral e ficar aptos a votar nas eleições gerais de outubro. O prazo vale para todos os procedimentos de cadastro eleitoral necessários antes do pleito.

Segundo Agência Brasil, a regularização é exigida para votar nas eleições em que serão escolhidos presidente da República e vice-presidente, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais. Quem não estiver com a situação em dia pode enfrentar restrições no dia da votação e em serviços ligados ao cadastro eleitoral.

Segundo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para resolver pendências o eleitor pode procurar o cartório eleitoral mais próximo ou usar o serviço eletrônico disponível no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O atendimento permite solicitar serviços como emissão do título e alteração de dados cadastrais, conforme a situação do eleitor.

Emissão do primeiro título

Segundo Constituição, o voto é obrigatório para pessoas entre 18 e 70 anos e facultativo para jovens de 16 e 17 anos e para maiores de 70 anos. A regra define quem precisa votar e quem pode optar pela participação, mantendo o direito ao alistamento eleitoral dentro dos prazos fixados.

Segundo Agência Brasil, após completar 15 anos, jovens podem solicitar a emissão do título de eleitor. No entanto, só estará apto a votar quem tiver completado 16 anos na data da eleição. A orientação vale para quem fará o primeiro cadastro e pretende participar do pleito.

O período inclui outros prazos do calendário eleitoral. Termina nesta sexta-feira (3) a chamada janela eleitoral, quando políticos que vão disputar as eleições podem mudar de partido sem punição com perda de mandato. Neste sábado (4), encerra-se o prazo para desincompatibilização de agentes públicos que vão participar das eleições.

Governadores, prefeitos e ministros de Estado que pretendem se candidatar a outros cargos devem deixar suas funções. A medida está prevista na Constituição e busca impedir o uso do cargo para obtenção de vantagens eleitorais durante o processo de campanha e disputa nas eleições.

Fonte: Agencia Sertão


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Maioria governista rejeita parecer final e CPMI do INSS encerra seus trabalhos sem relatório da investigação

 


Por 19 votos a 12, foi rejeitado na madrugada deste sábado (28) o relatório final apresentado pelo deputado Alfredo Gaspar (PL-AL) sobre as investigações a respeito das fraudes e descontos não autorizados em benefícios de aposentados. Após a rejeição do relatório, o presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), deu por encerrados os trabalhos da comissão.

Se fosse aprovado, o relatório do deputado Alfredo Gaspar seria encaminhado aos órgãos competentes, como a Polícia Federal e a PGR (Procuradoria-Geral da República), com as sugestões de indiciamentos. Esses órgãos é que têm o poder de decidir sobre a abertura de investigações formais ou apresentação de denúncias à Justiça.

Após a votação, a bancada de parlamentares governistas chegou a apresentar um relatório paralelo com quase duas mil páginas, em que incluiu nomes como o do ex-presidente Jair Bolsonaro e o do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Entretanto, para ser apresentado, o presidente do colegiado precisava designar um novo relator, o que não ocorreu, e por isso a comissão foi encerrada sem ter um relatório final aprovado.

Viana rejeitou os pedidos da bancada governista de apresentação e leitura do relatório paralelo. Aos gritos de parlamentares de governo e da oposição, Viana encerrou rapidamente a sessão, encerrando a CPMI.

Após horas de discussão e debate sobre o relatório final, o presidente da CPMI, Carlos Viana, fez uma votação nominal, em que cada deputado e senador declarava seu voto no microfone. Apesar da rejeição ao parecer do relator, Viana, afirmou que vai encaminhar integralmente o parecer aos órgãos competentes para que sejam tomadas as devidas providências judiciais.

“Os mesmos elementos que nós temos no relatório estão com a Polícia Federal e com o ministro André Mendonça. Se não conseguirmos fazer o indiciamento por questões internas dos partidos, eu tenho muita confiança que ninguém ficará impune, porque mais cedo ou mais tarde, a culpa de cada um, os crimes que foram cometidos serão colocados a limpo”, afirmou Carlos Viana.

O principal ponto de discordância da bancada governista ao relatório do deputado Gaspar tinha relação com os pedidos de indiciamento. O texto do relator incluiu, por exemplo, o nome de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Além dele, foram inseridos no relatório o senador Weverton Rocha (PDT-MA), o ex-ministro da Previdência, Carlos Lupi, o banqueiro Daniel Vorcaro. Com cerca de 4.400 páginas, o texto do relator propunha o indiciamento de 216 pessoas.

“O envolvimento de atores de diversos segmentos e o apoio de parlamentares de diferentes espectros políticos é mais uma evidência de que a fraude era tão expressiva e nacionalizada que existiam distintas organizações criminosas que se comunicavam e transacionavam, mas tinham suas próprias hierarquias, estruturas, divisão de trabalho e formas de atuação ilícita”, dizia o documento.

A última sessão da CPMI do INSS foi iniciada na manhã desta sexta (27). Foram mais de 15 horas de sessão, inicialmente para a leitura do relatório, e posteriormente houve discussão a respeito do relatório. A votação final se deu depois de 1h da madrugada. 

Fonte: Bahia Noticias



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Zé Cocá aceita convite de ACM Neto e confirma que ocupará cadeira de vice na chapa da oposição

 


Prestes a completar 50 anos no próximo dia 24 de abril, o prefeito de Jequié, Zé Cocá (PP), foi escolhido pelo pré-candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), para ser o candidato a vice-governador na chapa oposicionista nas eleições deste ano. O convite foi feito pelo ex-prefeito de Salvador na própria Jequié e aceito pelo aliado nesta quinta-feira (26).

Natural de Itiruçu, no centro-sul baiano, município com pouco mais de 11 mil habitantes, Zé Cocá se mudou ainda criança para Jequié - cidade com cerca de 170 mil pessoas - aos 9 anos de idade. Lá, estudou no Centro Educacional Ministro Spínola e no Centro Educacional Técnico de Jequié, além de ter cursado Gestão Pública na Unopar.

Após a morte prematura do pai, José Joaquim de Santana, conciliou os estudos com o trabalho na roça da família, em Lafaiete Coutinho, cidade de 4 mil habitantes. No município, iniciou a trajetória política ao ser convidado para assumir a Secretaria de Desenvolvimento e, depois, a chefia de gabinete da prefeitura. Em 2008, foi eleito prefeito e reeleito quatro anos depois.

Casado com a assistente social Patrícia Brandão Santana e pai de João Arthur e Beatriz, Zé Cocá foi eleito deputado estadual pelo PP após concluir o segundo mandato como prefeito de Lafaiete Coutinho. Em 2020, venceu a eleição para a prefeitura de Jequié e, em 2024, foi reeleito com 92% dos votos válidos - uma das maiores votações proporcionais do país naquele ano. Também presidiu a União dos Municípios da Bahia (UPB), entidade que representa os prefeitos baianos, até março de 2022.

Apesar de ter se aproximado do governador Jerônimo Rodrigues (PT) para viabilizar recursos e obras para Jequié, Zé Cocá não poupa críticas à gestão estadual. Em entrevista ao CORREIO, em dezembro de 2024, afirmou que o petista ainda não “acordou” para o avanço da violência na Bahia. Também apontou a falta de investimentos do governo em Jequié e criticou a carga tributária elevada, que, segundo ele, dificulta a atração de novos empreendimentos (leia na íntegra aqui).

"O governo hoje precisa mostrar alguma atuação na segurança pública. Atuação na segurança pública é encher a rua de policial? Acho que não. O governo precisa de um plano traçado. Infelizmente, não teve ainda. O governo precisa discutir um plano integrado com os municípios. O governo precisa discutir um plano integrado com a educação. Eu falo sempre. 90% dos municípios da Bahia não têm condição de ter creche, nem escola, nem integral. Então, o governo tem que debater isso para que os municípios tenham isso", disse o prefeito de Jequié, na época.

Zé Cocá também defende a renovação no plano nacional. “Eu, particularmente, acho que Lula já deu o seu tempo. Não sou contra ninguém, acho que ele fez o trabalho dele, mas acho que o Brasil precisa de mais. A gente precisa de um candidato mais pujante, a gente precisa de um momento mais discutido”, declarou Zé Cocá, em entrevista à rádio 95 FM, em fevereiro.

Vice ideal

Neto afirmou que, antes de definir Zé Cocá, estabeleceu alguns critérios para a escolha do vice: ser do interior, ter ampla capacidade de articulação política e conhecer de perto os problemas do estado. Segundo ele, o prefeito de Jequié atende a todos esses requisitos.

"Zé Cocá tem uma trajetória de larga experiência na vida pública. Ele conhece as pequenas e grandes cidades do interior. Tem uma articulação política comprovada", afirmou o pré-candidato ao governo da Bahia.

Fonte: Correio 24 horas

 


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Pesquisa AtlasIntel aponta Flávio Bolsonaro à frente de Lula no 2º turno

 


Uma pesquisa do instituto AtlasIntel divulgada nesta quarta-feira (25) mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) numericamente à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em uma simulação de segundo turno das eleições presidenciais de 2026. De acordo com o levantamento, Flávio Bolsonaro aparece com 47,6% das intenções de voto, enquanto Lula registra 46,6%. A diferença está dentro da margem de erro, que é de um ponto percentual para mais ou para menos, caracterizando empate técnico. Na pesquisa anterior do instituto, divulgada em fevereiro, os dois apareciam praticamente empatados, com 46,3% para Flávio Bolsonaro e 46,2% para Lula. O novo resultado indica uma leve oscilação favorável ao senador. A pesquisa ouviu 5.028 pessoas entre os dias 18 e 23 de março. O nível de confiança é de 95%. O levantamento foi realizado de forma online, por meio da metodologia Atlas RDR (Random Digital Recruitment). No cenário de primeiro turno, Lula lidera com 45,9% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro, com 40,1%. Renan Santos (Missão) aparece em terceiro lugar, com 4,4%, à frente do governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), com 3,7%, e do ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), com 3,1%. O ex-ministro da Defesa Aldo Rebelo (DC) tem 0,6%.

Fonte:https://www.sudoestebahia.com/


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Jaques Wagner e Acm Neto fecham acordo de bastidores para evitar ataques sobre caso Banco Master

 


Em meio ao avanço das articulações para as eleições na Bahia, um acordo silencioso firmado nos bastidores revela o nível de tensão entre os principais grupos políticos do estado. Aliados do senador Jaques Wagner (PT/BA), e do ex-prefeito de Salvador ACM Neto (UNIÃO), decidiram não explorar, durante a campanha, as citações envolvendo o caso Banco Master.

A estratégia surge após a exposição de repasses financeiros e conexões indiretas que atingiram os dois campos políticos. Embora ambos neguem qualquer irregularidade, o episódio passou a representar um risco concreto de desgaste eleitoral.

ACM Neto volta ao cenário como candidato ao governo da Bahia, enquanto Wagner atua diretamente na sustentação do grupo governista, com apoio à reeleição de Jerônimo Rodrigues. O acordo, ainda que não oficial, indica uma tentativa clara de controle de danos e de preservação de capital político.

Nos bastidores, a leitura é pragmática: evitar o confronto direto sobre o tema impede que o caso ganhe ainda mais tração durante a campanha e contamine o debate público.

ANÁLISE DA GABI:
Não tem acordo certo que consiga abafar esse escândalo do caso Banco Master. Quando um episódio com potencial de atingir diferentes espectros políticos entra no radar público, ele deixa de ser controlado por estratégias de campanha.

O silêncio pode até reduzir o ruído momentâneo, mas não elimina o impacto. Pelo contrário: pode alimentar ainda mais desconfiança.

A tentativa de blindagem revela um ponto em comum entre adversários históricos — o receio de que o caso ultrapasse o campo político e se transforme em fator decisivo nas urnas.

Na prática, o acordo existe. Mas o desgaste também. E esse, dificilmente, ficará fora da disputa.

Fonte:BAHIA: JAQUES WAGNER E ACM NETO FECHAM ACORDO DE BASTIDORES PARA EVITAR ATAQUES SOBRE CASO BANCO MASTER - A Guardiã da Notícia


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Real Time Big Data: ACM Neto tem 44% para o governo da BA; Jerônimo, 35%

 


O vice-presidente do União Brasil e ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União), aparece à frente na disputa pelo governo da Bahia no primeiro cenário testado pela pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta quarta-feira (26).

O levantamento ouviu 1.200 eleitores do estado, entre os dias 24 e 25 de novembro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos. O índice de confiança é de 95%.

Intenção de voto para governador na BA

Cenário 1

Na simulação, ACM Neto tem 44% das intenções de voto. Em segundo lugar, o levantamento mostra o atual governador do estado, Jerônimo Rodrigues (PT), com 35%.

José Carlos Aleluia (Novo), com 3%, e Kleber Rosa (PSOL), com 2%, aparecem logo em seguida.

Outros 10% dos entrevistados votariam em branco ou nulo, enquanto 6% não souberam ou optaram por não responder.

 Cenário 2

No segundo cenário, o ministro da Casa Civil do Brasil, Rui Costa (PT), aparece numericamente à frente, com 43% das intenções de voto, enquanto ACM Neto aparece logo em seguida, com 42%. Pela margem de erro, há empate técnico.

Na sequência, Carlos Aleluia aparece com 3%, enquanto Rosa tem 1%.

Neste cenário, 8% votariam em branco ou anulariam e 3% não souberam ou não quiseram responder.

Intenção de voto para governador na BA
 Cenário 2
Cenário 3

Em um terceiro cenário, Jerônimo empata tecnicamente com Bruno Reis (União). Eles somam 39% e 38%, respectivamente.

Em seguida estão Carlos Aleluia, com 4%, e Kleber Rosa, com 2%. Outros 10% dos entrevistados votariam em branco ou nulo e 7% não souberam ou optaram por não responder.

Intenção de voto para governador na BA
 Cenário 3

Cenário 4

No último cenário testado, Rui Costa lidera as intenções de voto com 46%, enquanto Bruno Reis ocupa o segundo lugar, com 36%.

Carlos Aleluia segue em terceiro, com 3%, e Kleber Rosa em quarto, com 1%. Outros 9% votariam nulo ou em branco, enquanto 5% não souberam ou não quiseram responder.

Intenção de voto para governador na BA
 Cenário 4


Fonte: Real Time Big Data • Margem de erro: +- 3 p.p.

Pergunta: Se as eleições fossem hoje, e os candidatos fossem estes. Em quem o Sr.(a) votaria para governador da Bahia?


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Genial/Quaest: Lula segue à frente, mas pressão aumenta e margem para erros diminui

Diferença cai em todos os confrontos e disputa contra Bolsonaro chega a empate técnico; Renan Santos (Missão) estreia na pesquisa


A nova rodada da pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quinta-feira (13/11), mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) continua liderando todos os cenários de 1º e 2º turnos, mas a distância para cada adversário encolheu desde o último levantamento, feito em outubro. Um sinal que o ambiente se tornou mais competitivo e menos tolerante a erros. 

A inflexão ocorre em meio à piora na avaliação do governo e ao fortalecimento relativo de nomes da oposição, impulsionados pela centralidade da pauta de segurança pública. A combinação desses fatores redesenha o cenário de 2º turno: o que antes parecia confortável para o Planalto agora começa a flertar com disputas perigosamente apertadas.

O levantamento foi feito entre 6 e 9 de novembro, com 2.004 entrevistas presenciais de eleitores de 16 anos ou mais, e margem de erro de 2 pontos percentuais.

Pausa na trajetória de alta

Na espontânea, Lula cai de 19% para 14%, interrompendo a trajetória de alta; Bolsonaro mantém 6%, e o contingente de indecisos permanece enorme, em 72%. Isso mostra que, fora das bolhas políticas, a eleição ainda não começou para a maioria do país, e o mercado de opinião continua completamente aberto para movimentações, temas e novos nomes. 

Uma eventual disputa com Jair Bolsonaro (PL) ilustra a mudança no humor do eleitorado:  o segundo turno entre os dois chegou ao empate técnico: Lula tem 42% contra 39% do ex-presidente; diferença de apenas 3 pontos. Em outubro, Lula vencia por 10 pontos.

Lula também perdeu vantagem contra outros nomes no páreo: contra Ciro Gomes (PSDB), a vantagem recuou de 9 para 5 pontos (38% a 33%). Frente a Tarcísio de Freitas (Republicanos), caiu de 12 para 5 (41% a 36%). No duelo contra Michelle Bolsonaro (PL), caiu de 12 para 9 (44% a 35%). E contra Ratinho Júnior (PSD), o movimento se repete: de 13 para 5 pontos (40% a 35%). 

Renan Santos (Missão) estreia na pesquisa com 25%, mostrando força inicial; Lula aparece com 42% no cenário contra ele.

Cresce desejo por alternativas

A pesquisa também mostra que os eleitores estão divididos sobre o que é “melhor para o Brasil” em 2026: 24% preferem um nome fora dos campos lulista e bolsonarista, enquanto 23% defendem a reeleição do presidente. Um empate técnico que reforça a busca por alternativas.

O Nordeste é a única região em que a reeleição de Lula é vista como o melhor cenário (37%). Nas demais, cresce a busca por alternativas ao lulismo e ao bolsonarismo. A esquerda não-lulista também mostra fratura: 45% preferem Lula, enquanto 30% defendem um nome independente das duas principais forças políticas.

Há demanda por renovação. Entre independentes, explode o desejo por alternativas: 38% querem um candidato que não seja ligado a Lula ou Bolsonaro, enquanto 27% preferem alguém “de fora da política”, maior índice entre todos os grupos.

A rejeição aos dois líderes segue alta e limita margens de manobra. Para 59%, Lula não deveria concorrer novamente (eram 56% em outubro). No caso de Bolsonaro, 67% defendem que ele abra mão em favor de outro nome – número menor que os 76% anteriores, mas ainda muito superior ao de Lula. O dado reforça que, apesar de menos polarizada do que em 2022, a opinião pública continua resistente à repetição da disputa que marcou a última eleição presidencial.

Fonte: https://www.jota.info/eleicoes/genial-quaest-lula-segue-a-frente-mas-pressao-aumenta-e-margem-para-erros-diminui

 




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Nelson Leal rompe com Jerônimo Rodrigues e assume coordenação de ACM Neto

 


O deputado estadual e ex-presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), Nelson Leal (PP), anunciou nesta sexta-feira (7) o rompimento com o grupo político do governador Jerônimo Rodrigues (PT) e declarou apoio ao ex-prefeito de Salvador e vice-presidente nacional do União Brasil, ACM Neto. Além do apoio, Leal será o coordenador da campanha de ACM Neto na Bahia e disse que abriu mão de disputar a reeleição para se dedicar integralmente à nova missão.

“Neto me convidou para coordenar a campanha, e acho que esse é o melhor caminho para a Bahia. Neto fez uma administração primorosa e extraordinária em Salvador, e vai promover a mesma transformação que o nosso estado está precisando”, afirmou Leal.

O parlamentar explicou que sua decisão foi tomada após uma reflexão sobre o futuro do estado. “Estou abrindo mão da minha candidatura, seria a oitava vez que eu disputaria uma eleição. Sou decano, mas preferi deixar de lado o projeto pessoal para coordenar a campanha de Neto. Acredito que essa é a forma mais concreta de ajudar a Bahia a mudar de verdade”.

“Nelson Leal é um político com vasta experiência, respeitado em toda a Bahia pela sua liderança. Eu o conheço há vários anos e sei de sua enorme capacidade de trabalhar pelo desenvolvimento do nosso Estado. Agradeço muito ao deputado pelo apoio e sei que sua participação nesse processo será fundamental em nossa caminhada”, disse ACM Neto.

A escolha de Nelson Leal para a coordenação é vista como um movimento de peso no tabuleiro político baiano. Com ampla experiência e forte articulação no interior, ele será responsável por aproximar lideranças, prefeitos e parlamentares em torno do projeto oposicionista liderado por ACM Neto.


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Real Time Big Data: ACM Neto tem 40% para o governo da BA; Jerônimo, 36%

 


O vice-presidente do União Brasil e ex-prefeito de Salvador ACM Neto lidera uma corrida pelo governo da Bahia com 40% das intenções de voto, aponta pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta segunda-feira (22).

O levantamento também mostra o governador do estado, Jerônimo Rodrigues (PT), com 36%. Eles estão empatados tecnicamente na margem de erro, que é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.

Os dois se enfrentaram para o mesmo cargo em 2022, quando o vice do União saiu derrotado das urnas após uma disputa no segundo turno. 

Na sequência, aparece o ex-ministro da Cidadania João Roma (PL), que liderou a pasta durante a gestão Bolsonaro, com 5% do eleitorado.

O ex-candidato a prefeito de Salvador Kleber Rosa (PSOL) tem 2%; o ex-deputado federal João Carlos Aleluia (Novo) contabiliza 1%.

Votos nulo ou em branco somam 10%, e os que não souberam opinar ou não responderam o questionamento, 6%.

A pesquisa realizou 1.200 entrevistas entre os dias 18 e 19 de setembro, por meio de consultas telefônicas. O nível de confiança é de 95%.

Governo da Bahia | Cenário 1



Governo da Bahia | Cenário 2



Em um segundo cenário, sem João Roma como alternativa, ACM Neto cresce três pontos percentuais, subindo para 43%. Já Jerônimo permanece com os 36%.

Aleluia sobe um ponto, indo para 2%, e Kleber Rosa também permanece estável, na mesma porcentagem. Votos em branco e nulos passam para 11%, e os indecisos e que não responderam continuam totalizando 6%.

 

A pesquisa realizou 1.200 entrevistas entre os dias 18 e 19 de setembro, por meio de consultas telefônicas. O nível de confiança é de 95%

Fonte: CNN Brasil


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Rumores da desistência de ACM Neto em disputa pelo governo se sustentam por incômodo de aliados; entenda

 


Têm tomado tração rumores de que o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União), estaria avaliando a hipótese de não concorrer ao governo da Bahia em 2026. O movimento é celebrado por adversários, enquanto aliados enxergam com ceticismo qualquer movimento nesse sentido. No entanto, mesmo diante da emergência do tema, o entorno de ACM Neto evita falar abertamente sobre o tema, ainda que o incômodo exista com as abordagens.

Segundo informações obtidas pelo Bahia Notícias, o ex-prefeito reage a sucessivas tentativas de aliados em firmar compromissos eleitorais com antecedência, causando constrangimento e o tornando uma espécie de apagador de incêndios criados por outrem. Publicamente, ninguém reclama das atuações desses aliados, porém é crescente a “indignação” do núcleo mais próximo ao ainda pré-candidato ao governo baiano.

Dentre as indisposições, há a ofensiva do governo de Jerônimo Rodrigues (PT) para, desde 2023, “capturar” grupos políticos que no ano anterior marcharam ao lado do ex-prefeito. Somado a isso, um interlocutor revelou que pré-candidatos a deputados federal e estadual têm agido de maneira acintosa para “criar dificuldades para vender facilidades”. A pressão estaria tirando a paciência não somente de ACM Neto, mas também daqueles compartilham perspectivas semelhantes do ponto de vista eleitoral.

“Querem que ACM Neto assuma compromissos desde agora, como se fosse possível. Não é ano de política, isso deveria acontecer só no próximo ano. Tem gente querendo fechar lista de candidatos, como se isso fosse possível agora”, reclamou uma figura ligada ao ex-prefeito, em condição de anonimato. As queixas recorrentes, de falta de atenção a críticas pelo “sumiço” do pré-candidato do União Brasil a governador da Bahia, fazem crescer um mal-estar, cujos esforços para superação geram ainda mais tensão no grupo.

A leitura é que, por mais que virtualmente não haja uma candidatura a presidente de oposição definida, a musculatura do ex-prefeito para enfrentar Jerônimo Rodrigues garantiria desempenho bom para os oposicionistas locais. Por isso, quem trata como factível o abortamento prematuro da campanha é visto com reticência pela coxia do União Brasil na Bahia. “Querem que ACM Neto seja candidato nas condições deles, quando as condições para candidatura têm que vir do próprio ACM Neto”, sugere um dos articuladores.

Todavia, os rumores de uma eventual desistência da candidatura, a tanto tempo das definições, acendem o alerta para o futuro político de ACM Neto. “Seria a morte política dele”, vaticina um aliado.

FUTURO E POSSIBILIDADES

Os encontros recentes com aliados, seja durante agendas no interior do estado ou até mesmo em Brasília, como aconteceu na última quarta-feira (17), ilustram o tom da “antecipação” das negociações para disputa do próximo ano. Mesmo sem pressa, Neto sofrido também com a ameaça de alguns aliados próximos, indicando que a incerteza de uma candidatura na Bahia, ou até mesmo a possibilidade de integrar uma chapa nacional, pode repercutir na relação. 

A ideia de “repetição” do cenário apresentado em 2018, quando o então prefeito da capital baiana refugou em ir ao embate estadual com o governador da época Rui Costa (PT), indicando o atual prefeito de Feira de Santana José Ronaldo (União) para a empreitada, ainda assusta alguns. O pleito seria de “carimbar” antecipadamente a presença nas eleições, confirmando a chapa que puxaria os candidatos a proporcional pelo grupo, mantendo um cenário “mais estável” para uma disputa extremamente concorrida e difícil, apontam aliados do ex-prefeito. 

Com o “sinal amarelo” de Neto, alguns nomes também estariam ensaiando uma “condicionante” para conseguir uma liberação em garantir sua eleição legislativa, caso ele não esteja nas urnas baianas. Presentes em algumas reuniões, aliados próximos indicaram a reportagem que “a incerteza pode gerar dissidentes”. 

Fonte: Bahia Noticias


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Hassan fala sobre reaproximação de Zé Cocá com o governo, saída do PP e impacto da ida à base de Jerônimo


O deputado estadual Hassan (PP) comentou, em entrevista ao Bahia Notícias, três movimentos centrais da sua trajetória política recente: a aproximação com o governo Jerônimo Rodrigues (PT), a debandada da bancada do PP para outra legenda e o retorno do prefeito de Jequié, Zé Cocá (PP), à base governista. Segundo o parlamentar, todas as ações têm sido pensadas com foco em resultados concretos para os municípios que representa.

Ao ser questionado sobre os efeitos políticos da sua mudança da oposição para a base de Jerônimo, Hassan foi direto ao afirmar que sua atuação tem se pautado por resultados. “Eu acho que a população está muito mais interessada no nosso trabalho, na nossa produtividade, naquilo que a gente tem desenvolvido e trazido de benefício para a população do que propriamente de que lado você está politicamente”, disse.

Outro ponto abordado foi a movimentação interna na bancada do PP após a sinalização de que o partido deve permanecer na oposição com a federação com o União Brasil. Segundo Hassan, quatro deputados – ele próprio, Eduardo Salles, Antônio Henrique Júnior e Niltinho – têm dialogado em conjunto sobre o futuro partidário e devem tomar uma decisão unificada quando a janela de filiação for aberta em 2026. 

“Temos sempre feito o diálogo em bloco. E acredito que, seja qual for o nosso caminho, o nosso destino, nós faremos essa decisão conjunta. Por enquanto, é continuar o nosso trabalho. O mais importante agora é o mandato atual, é continuar trabalhando, é continuar fazendo as entregas”, disse o deputado.

Hassan também revelou que tem atuado diretamente na reaproximação do prefeito de Jequié, Zé Cocá (PP), com o governo estadual. Segundo ele, a ponte foi iniciada ainda no início da legislatura, mas ganhou força após as eleições municipais de 2024.
“Após as eleições [...] já marcamos para o governador receber institucionalmente o prefeito Zé Cocá, onde as questões partidárias, questões eleitorais, já haviam sido superadas”, afirmou.

A partir desse encontro, foi montada uma agenda de três dias com o governador Jerônimo em Jequié, com entregas, ordens de serviço e anúncios de novas licitações. “Essa aproximação, claro, que se deu com muito respeito por parte do prefeito Zé Cocá, por parte do governador e do governo do Estado. E a gente ficou muito feliz com o resultado”, relatou o deputado.
 
Fonte: Bahia Notícias


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Opinião: Paraná Pesquisas: ACM Neto ganha fôlego para negociar com aliados e Jerônimo deveria acender alerta

 


O levantamento feito pelo Instituto Paraná Pesquisas sobre o cenário eleitoral de 2026 acende um alerta para o governo de Jerônimo Rodrigues (PT) ao tempo em que reaquece o entorno de ACM Neto (União). Porém, faltando tanto tempo para as urnas, as leituras precisam ser feitas com bastante cautela. Especialmente quando uma confluência de fatores, a exemplo da configuração da disputa presidencial, pode afetar diretamente qualquer uma das candidaturas a governador no próximo ano.
 
O principal ponto de reflexão para Jerônimo não é o resultado das intenções de voto nos cenários espontâneo ou estimulado. É a avaliação do governo, que mostra uma tendência à desaprovação – apesar de tecnicamente os percentuais estarem muito próximos. Após ultrapassar a metade do mandato, o governador ainda não tem uma marca para chamar de sua e, quando fala sobre as próprias realizações, repete projetos e programas criados pelo antecessor, Rui Costa.
 
Além disso, Jerônimo enfrenta desafios em áreas delicadas, como a segurança pública, e lida com o grande eleitor, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em baixa no cenário nacional e estadual. Como a economia não anda nos melhores momentos, é possível que o tema impacte negativamente no pleito do próximo e uma eventual refração a Lula traria um efeito cascata para a reeleição do governador. São fatores assim que precisam ser levados em consideração pelo entorno de Jerônimo.
 
Já ACM Neto, que vinha sendo alvo de questionamentos de aliados e alfinetadas pelos adversários, ganha fôlego para se manter como um ativo político para debater os problemas do governo. Os números, inclusive, atraem novamente uma “perspectiva de poder” que estava ausente desde a derrota para Jerônimo, no segundo turno de 2022. Caso o ex-prefeito de Salvador consiga capitalizar um impulso com essa pesquisa, é capaz de reverter até mesmo a virtual debandada de prefeitos de oposição que o entorno do governo tenta pregar.
 
Quem não teve motivos para reclamar foram os que defendem uma chapa formada pelos ex-governadores petistas Jaques Wagner e Rui Costa para o Senado Federal. Para além do recall eleitoral de ambos, a liderança com folga da corrida pelas duas cadeiras disponíveis reforça tranquilidade para a “chapa dos sonhos”, formada exclusivamente por filiados ao PT. Já Angelo Coronel, provável alijado da reeleição ao lado do grupo político que o garantiu em 2018, entra em modo atenção total, visto que os dados do levantamento não o favorecem.
 
Uma pesquisa como essa pode não ter a acurácia que analistas políticos desejariam. Porém o levantamento mostra caminhos que podem guiar os grupos políticos para a disputa do próximo ano. Sabendo ler com cautela os resultados, é possível tirar bom proveito da pesquisa, ainda que seja diferente do que esperam os atores envolvidos.

Fonte: Bahia Notícias



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ACM Neto lidera pesquisa na Bahia para 2026; Gestão de Jerônimo Rodrigues enfrenta alta rejeição

 A pesquisa também revelou alta rejeição à gestão de Jerônimo Rodrigues (PT). Segundo os dados, 48,7% dos eleitores desaprovam o governo



Uma pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas, divulgada nesta segunda-feira, 24, aponta que ACM Neto (União Brasil) lidera as intenções de voto para o governo da Bahia em 2026. No cenário espontâneo, onde os eleitores escolhem livremente um candidato, Neto aparece com 17,5%, enquanto o governador Jerônimo Rodrigues (PT) soma apenas 9,1%.
 
Na pesquisa estimulada, ACM Neto amplia a vantagem e alcança 52%, contra 27,4% de Jerônimo. João Roma aparece com 8,1%, e Kleber Rosa com 1,5%. Outros 4,1% dos entrevistados não souberam ou não opinaram.

Em um segundo cenário estimulado, Neto mantém a liderança expressiva com 56,4%, enquanto Jerônimo registra 30%, e Kleber Rosa, 1,7%. Quando o nome do ex-governador Rui Costa (PT) entra na disputa, ACM Neto segue na frente com 51,5% dos votos contra 27,4% do petista.
 
A pesquisa também revelou alta rejeição à gestão de Jerônimo Rodrigues. Segundo os dados, 48,7% dos eleitores desaprovam o governo, enquanto 47,4% o aprovam. Apenas 9,8% classificam a administração como “ótima”, e 23,8% a consideram “boa”. Já 30,3% avaliam a gestão como “péssima”, e 8,7% a definem como “ruim”.
 
O levantamento ouviu 1.640 eleitores em 65 municípios da Bahia, entre os dias 17 e 20 de março de 2025. A pesquisa tem intervalo de confiança de 95% e margem de erro de 2,5 pontos percentuais.

Fonte: https://www.jornalopcao.com.br/

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Desaprovação ao governo Lula cresce em BA e PE



A desaprovação ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cresceu na Bahia e em Pernambuco, além de ultrapassar os 60% em seis estados, de acordo com pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (26).

Na Bahia, a desaprovação aumentou 19 pontos percentuais em relação a dezembro passado. Em Pernambuco, o avanço foi de 16 pontos percentuais no mesmo período.

O levantamento avaliou a aprovação à gestão petista em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia, Paraná, Rio Grande do Sul, Pernambuco e Goiás. A pesquisa foi feita entre os dias 19 e 23 de fevereiro.

A margem de erro em sete estados é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. Em São Paulo, ela é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança da pesquisa é de 95%.



Veja o índice de aprovação de Lula em Pernambuco:


Fonte: CNN
 


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