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Nova etapa do recadastramento biométrico obrigatório terá início em 281 cidades baianas em maio

A partir do dia 13 de maio, 281 cidades baianas entrarão em fase obrigatória de revisão biométrica. O anúncio foi feito pelo presidente do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA), desembargador Jatahy Júnior, durante entrevista coletiva, concedida na tarde desta quinta-feira (11).

A data limite para a realização do procedimento será de acordo com o percentual de eleitores que já cadastraram os dados biométricos. Conforme o Eleitoral baiano, as cidades que, atualmente, possuem menos de 60% de seu eleitorado biometrizado terão até 18 de fevereiro de 2020 para concluir a revisão. Já os municípios que estão acima desse percentual, terão até o dia 31 de outubro de 2019 para concluir a coleta dos dados biométricos dos seus eleitores. Confira o cronograma.

Dentre as principais novidades ganha destaque a priorização do serviço de agendamento, que garante maior comodidade ao eleitor, uma vez que ele poderá realizar o procedimento em data e hora previamente marcadas. De acordo com o desembargador, a ação tem como objetivo evitar as longas filas e o desgaste dos servidores públicos registrados na etapa passada do atendimento. O agendamento começa no dia 6 maio. O endereço na internet, número da central de atendimento e locais onde funcionarão as unidades para agendamento presencial serão divulgados posteriormente.

Ao todo, a nova e última fase da biometria na Bahia deverá envolver cerca de 2,9 milhões eleitores. Atualmente, dos mais de 10 milhões de eleitores do estado, 7,5 milhões já possuem cadastro biométrico junto a Justiça Eleitoral. “Desse modo, estamos agora submetendo todo o restante dos nossos eleitores ao procedimento obrigatório e esperamos concluir a biometria no estado antes das Eleições Municipais de 2020”, afirma o presidente do TRE-BA.


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2º Turno: Haddad conquista 79,13% dos votos válidos em Rio do Pires

Apesar de ter perdido as eleições 2018, o petista Fernando Haddad, obteve 79,13% dos votos válidos no município de Rio do Pires, Haddad conquistou 4,459 votos neste segundo turno. Já o novo presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro (PSL), foi lembrado por 1,176 eleitores, 20,87% na cidade. Votos brancos foram 89 (%) e nulos 326 (6,37%), Abstenção 39,75%. Em relação ao primeiro turno das eleições, Haddad e Bolsonaro cresceram suas votações



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Rui pede que baianos respeitem resultado das eleições


O governador Rui Costa (PT) usou as redes sociais para comentar o resultado do segundo turno presidencial em que Fernando Haddad, seu correligionário, saiu derrotado neste domingo (28). “Em primeiro lugar, quero agradecer o apoio e a confiança dos baianos. A Bahia deu 73% dos votos a Fernando Haddad, a quem parabenizo pela luta até o último dia de campanha, que foi baseada na verdade e no respeito a todos os brasileiros”, comentou o governador. O petista pediu que os eleitores baianos respeitassem o resultado das eleições. “Infelizmente, não foi o resultado que eu e a grande maioria dos baianos desejava, mas é muito importante respeitar o resultado das urnas, que representa a vontade da maioria dos brasileiros. Democracia é liberdade e respeito à vontade da maioria. A Bahia fez a sua parte”, ponderou. Rui prometeu ficar atendo a cada passo do Governo Federal em relação ao estado. “Terei uma posição firme e atenta, desejando sempre contribuir para que o Brasil volte a crescer e gerar empregos. Que o nosso país reencontre o caminho da paz e do amor. Que Deus nos abençoe!”, completou. 


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Bolsonaro diz que fará um governo ‘defensor da Constituição, da democracia e da liberdade’


O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) afirmou neste domingo (28), ao ler o discurso da vitória na porta da casa dele, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, que o novo governo será um “defensor da Constituição, da democracia e da liberdade”.


Jair Bolsonaro derrotou Fernando Haddad (PT) no segundo turno e tomará posse como presidente da República em 1º de janeiro de 2019. De acordo com a apuração do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com 96,27% das urnas apuradas, ele havia recebido 56,1 milhões de votos (55,49%).

“Faço de vocês minhas testemunhas de que esse governo será um defensor da Constituição, da democracia e da liberdade. Isso é uma promessa, não de um partido, não é a palavra vã de um homem, é um juramento a Deus”, afirmou.

Bolsonaro afirmou no discurso que assumiu o compromisso de fazer um “governo decente”, formado por pessoas com o propósito de transformar o Brasil em uma “grande, próspera, livre e grande nação”.

Bolsonaro declarou que a “liberdade é um princípio fundamental” e citou como exemplos a liberdade de ir e vir, político e religiosa, de informar e de ter opinião e de fazer escolhas.

“Como defensor da liberdade, vou guiar um governo que defenda e proteja os direitos do cidadão que cumpre seus deveres e respeita a leis. Elas são para todos porque assim será o nosso governo: constitucional e democrático”, declarou o presidente eleito.

O presidente eleito declarou que a futura administração precisa criar condições para “que todos cresçam”. Segundo ele, o governo federal vai reduzir estrutura e burocracia e cortará “desperdícios e privilégios”.

“Nosso governo vai quebrar paradigmas, vamos confiar nas pessoas, vamos desburocratizar, simplificar e permitir que o cidadão, o empreendedor, tenha mais liberdade e construir o seu futuro. Vamos desamarrar o Brasil”, declarou.

Bolsonaro declarou que seu governo “respeitará de verdade a federação”, garantindo que os recursos federais cheguem aos estados e municípios. “Precisamos de mais Brasil e menos Brasília”, disse.

Ele reafirmou a defesa do direito de propriedade e destacou a intenção de realizar de reformas, mas não disse no discurso quais seriam.

O presidente eleito declarou que seu governo quebrará o “ciclo vicioso do crescimento da dívida” para estimular investimentos e gerar empregos.

“Emprego, renda e equilíbrio fiscal é o nosso compromisso para ficarmos mais próximos de oportunidades e trabalho para todos”, afirmou.

No discurso, Bolsonaro ainda agradeceu às equipes da Santa Casa de Juiz de Fora (MG) e do hospital Albert Einstein, de São Paulo, locais pelos quais passou após o atentado no qual recebeu uma facada em setembro, durante ato de campanha.




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Jair Bolsonaro é eleito presidente do Brasil


O deputado federal Jair Bolsonaro (PSL), de 63 anos, capitão reformado do Exército, foi eleito presidente da República pela maioria do eleitorado. Com 92% das urnas apuradas, ele tem 55,63% dos votos válidos, e não pode mais ser ultrapassado pelo candidato do PT, Fernando Haddad, que está no momento com 44,87%. Depois de sete mandatos e 28 anos no Congresso Nacional, o parlamentar chega ao mais alto cargo do país depois de canalizar a frustração de parte do eleitorado brasileiro com a corrupção sistêmica. Em novembro de 1988, Jair Bolsonaro foi eleito para o seu primeiro cargo público – o 18º mais votado para a Câmara Municipal do Rio, com 3.046 votos –, em campanha movida a santinhos feitos em máquina de xerox na sala de casa e camisas pintadas à mão. No desfecho de uma campanha presidencial marcada por correntes de Whatsapp e vídeos caseiros transmitidos da própria sala, Jair Messias Bolsonaro, de 63 anos, foi eleito para o mais alto cargo da República, com mais de 50 milhões de votos.


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Sem Bolsonaro, TV Globo cancela debate do 2º turno


A TV Globo confirmou, na noite de segunda-feira, o cancelamento do debate televisivo entre os candidatos à Presidência, Jair Bolsonaro e Fernando Haddad, que estava marcado para a próxima sexta-feira (26), às 22h. Segundo Veja, a decisão foi anunciada depois que a campanha do PSL informou à emissora que o capitão reformado não participará do evento por questões de saúde.

Haddad acena a Ciro; Bolsonaro minimiza papel dos militares

Foram ao ar entre a noite de segunda (22) e a madrugada desta terça-feira (23) entrevistas com Fernando Haddad (PT) e Jair Bolsonaro (PSL) na TV aberta. Ao ‘Roda Viva’, da TV Cultura, o candidato do PT fez um aceno a Ciro Gomes, na esperança de receber um apoio público. Haddad disse esperar que o colega “dê um alô” de onde estiver. “Aguardo ansiosamente”, completou. Já Bolsonaro falou ao “Conexão Repórter”, do SBT. Entrevistado por Roberto Cabrini, o candidato do PSL afirmou que os militares não ocuparão um terço do seu ministério, caso eleito. De acordo com o Estadão Conteúdo, ele negou ainda que haja risco de fechar o Congresso e reforçou sua proposta de facilitar o porte de armas para a população.


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PT pede que Rosa antecipe pronunciamento; campanha de Bolsonaro sugere ‘câmara de conciliação’


A 11 dias do segundo turno das eleições 2018, as campanhas de Fernando Haddad (PT) e Jair Bolsonaro (PSL) apresentaram na noite desta quarta-feira, 17, sugestões à presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Rosa Weber, para acalmar os ânimos nas ruas e evitar o excesso de judicialização em torno das propagandas veiculadas no horário eleitoral. 

Em cerca de duas horas de reunião, o PT pediu à ministra Rosa Weber que antecipe o pronunciamento em rede nacional de rádio e televisão – que está previsto para a véspera do segundo turno – e envie uma mensagem de serenidade aos eleitores, ressaltando a confiabilidade das urnas eletrônicas e pedindo que o segundo turno “seja uma eleição de paz”. “Em nome da Justiça Eleitoral, pelo bom senso, não é possível tanta agressividade numa campanha”, disse Emídio de Souza, um dos coordenadores da campanha de Haddad. “O que ameaça esta eleição não é a urna eletrônica, é a disseminação de notícias falsas no submundo da internet. Há uma fábrica de fake news, isso não é espontâneo. Isso é em escala industrial, é preciso descobrir onde é essa fábrica e punir exemplarmente quem dissemina mentiras com ela”, completou Emídio. 

A campanha de Jair Bolsonaro, por sua vez, propôs à presidente do TSE que seja criada uma espécie de “câmara de conciliação” envolvendo as duas campanhas e os três ministros do TSE que cuidam de questões de propaganda: Carlos Horbach, Sérgio Banhos e Luís Felipe Salomão. A ideia dos advogados de Bolsonaro é a de que, caso alguma campanha questione algum ponto da publicidade do adversário, isso possa ser discutido entre as duas candidaturas e se chegue a um acordo, antes de se entrar com uma representação no TSE. “Vamos submeter (as propostas) às lideranças políticas”, avisou o advogado Tiago Ayres, que atua para a campanha de Bolsonaro. O PSL não enviou nenhum representante para a reunião no TSE. 

Os advogados eleitorais de Bolsonaro e de Haddad informaram a imprensa que a ministra Rosa Weber pediu serenidade dos dois lados e que ela ficou de estudar as propostas. A presidente do TSE não conversou com jornalistas depois da reunião, que também contou com a presença dos ministros Luís Roberto Barroso e Edson Fachin.

Estadão



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Pesquisa aponta que Bolsonaro tem 54% dos votos válidos no segundo turno; Haddad, 46%


Na primeira pesquisa eleitoral do segundo turno, o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) lidera a corrida pelo Palácio do Planalto com 54% das intenções de votos válidos. O petista Fernando Haddad tem 46%. O levantamento foi feito pela consultoria de pesquisa Ideia Big Data em parceria com a revista Veja. A pesquisa ouviu presencialmente 2.036 eleitores das cinco regiões do país entre a última segunda e esta quarta-feira. A margem de erro é de 2,67% pontos percentuais para mais ou para menos. O número de registro no TSE é BR-09687/2018. Bolsonaro chegou ao segundo turno com a preferência de 46,03% do eleitorado (ou 49,2 milhões de votos). Haddad teve 29,28% dos votos válidos (31,3 milhões de votos). Ao considerar as respostas totais dos entrevistados, Bolsonaro tem 48% das intenções dos eleitores, enquanto Haddad, 41%. Votos brancos e nulos somam 7%, enquanto indecisos ou que não responderam atingiram 4%. “Esse segundo turno é pautado por duas candidaturas extremamente opostas. Será muito difícil conseguir votos dos adversários. Portanto, a busca será pelos poucos indecisos e a conversão do branco/nulo. O que torna mais difícil o caminho do candidato do PT”, avalia Mauricio Moura, sócio da Ideia Big Data.


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Sai a pesquisa vox/247: Haddad e Bolsonaro farão segundo turno


Pesquisa Vox Populi/Brasil 247, a primeira financiada pelos eleitores, aponta, na véspera do primeiro turno das eleições: Bolsonaro tem 34% das intenções de voto e Haddad, 27%; em votos válidos, 40% a 31%; no segundo turno, por enquanto há projeção de empate, com ligeira vantagem numérica para Bolsonaro: 40% a 37%. Segundo Marcos Coimbra, diretor do Vox Populi, a pesquisa é um evento "histórico" pela mobilização para seu financiamento e indica: "chance de não haver segundo turno e próxima a zero"


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Semana das pesquisas será encerrada hoje pela VOX/247, paga pelos eleitores


A última semana antes das eleições do próximo domingo, 7 de outubro, será marcada pela realização de pesquisas que, como na última semana, têm dado o tom e o ritmo das campanhas presidenciais, da análises e de todo o burburinho ao redor da escolha dos dois nomes que irão para o segundo turno. Há uma sequência diária de pesquisas que terá como ponto culminante a pesquisa Vox Populi/247, a primeira realizada por iniciativa dos eleitores e com questionário participativo. Ela será divulgada no próximo sábado (6) às 20h no programa Boa Noite da TV 247.  
O número de registo da pesquisa Vox/247 no TSE é 04071/2018. O questionário (veja logo abaixo) incluiu sugestões da comunidade 247, tanto de assinantes como de inscritos na TV 247, amigos e amigas que leem as reportagens no portal e assistem e participam dos programas da TV. As principais sugestões incluídas no questionário foram: a questão da biometria e do cancelamento de títulos eleitorais; referendo revogatório de medidas aprovadas no período Temer; revogação da reforma trabalhista e a venda de campos do pré-sal.
Marcos Coimbra, sócio-diretor do Vox Populi, que concordou em realizar a pesquisa a preço de custo em apoio à iniciativa da comunidade 247 disse sobre o fato histórico da primeira pesquisa financiada pelos eleitores e com sua participação no questionário: "Estou muito animado com a oportunidade de poder inovar no modo como as pesquisas são concebidas, contratadas e financiadas no Brasil. Vai ser ótimo se estivermos inaugurando um novo padrão".
Além da pesquisa Vox/247 estão programadas para esta semana as seguintes sobre as eleições presidenciais:
Segunda-feira (1):Ibope e FSB
Terça-feira (2): Datafolha
Quarta-feira (3): Ibope e Paraná Pesquisas
Quinta-feira (4): Datafolha, Ipesp e DataPoder
Sexta-feira (5): MDA, Ipesp e Paraná Pesquisas
Sábado (6): Vox/247, Ibope e MDA


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CNT/MDA: Bolsonaro registra 28,2% e Haddad tem 25,2%


O candidato Jair Bolsonaro, do PSL, aparece com 28,2% das intenções de voto na corrida eleitoral para a Presidência da República, segundo pesquisa CNT/MDA divulgada na madrugada deste domingo. Ele é seguido por Fernando Haddad (PT), com 25,2%. Os dois estão tecnicamente empatados, uma vez que a margem de erro do levantamento é de 2,2 pontos porcentuais, para mais ou para menos. Em seguida, aparecem Ciro Gomes (PDT) com 9,4%, e Geraldo Alckmin (PSDB) com 7,3%. Marina Silva (Rede) tem 2,6%, e Henrique Meirelles (MDB) e João Amoêdo (Novo) têm 2,0%. Alvaro Dias (Podemos) somou 1,7% das intenções. De acordo com a pesquisa, Jair Bolsonaro e Fernando Haddad são os candidatos em que eleitores se declaram como mais decididos a confirmar o voto – acima de 80% para ambos. A última pesquisa CNT/MDA foi divulgada em 17 de setembro. Na ocasião, Bolsonaro liderava com 28% das intenções de voto e Haddad estava em segundo, com 17,6%. O levantamento, registrado no TSE sob o número BR-03303/2018, foi feito entre 27 e 28 de setembro de 2018 e ouviu 2.002 pessoas, em 137 municípios de 25 Unidades da Federação. O nível de confiança é de 95%.

Segundo Turno

Em um possível segundo turno, a pesquisa mostrou que Haddad venceria o candidato do PSL, caso a eleição fosse hoje, por 42,7% a 37,3%. Jair Bolsonaro ainda perderia de Ciro Gomes (42,7% a 35,3%) e venceria Geraldo Alckmin (37,0% a 33,6). Fernando Haddad, por sua vez, aparece empatado tecnicamente com Ciro Gomes, e ambos venceriam Geraldo Alckmin em um eventual segundo turno.


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Manifestantes tomam o Largo da Batata, em SP, para lutar contra o fascismo


As manifestações contra a escalada do ódio e do fascismo convocadas por mulheres ganharam as ruas de mais de 30 cidades no Brasil e de 15 no exterior neste sábado (29). O rechaço ao candidato da direita nas eleições de outubro Jair Bolsonaro (PSL) também reuniu uma multidão por #EleNão em São Paulo, no Largo da Batata, zona oeste da cidade. Por volta de 18h30 a Polícia Militar estimava a concentração em 150 mil pessoas, enquanto os organizadores falaram em 250 mil pessoas, segundo a reportagem da Rádio Brasil Atual.


“Depois do golpe contra a Dilma Rousseff (PT), muitos valores estão indo por água abaixo. Precisamos nos posicionar sobre o que não queremos para o Brasil de jeito nenhum. Nenhuma ditadura ou coisas que separem as pessoas. Queremos que as pessoas se desenvolvam. Quero pensar por aí. Mais do que direita e esquerda, valores solidários e humanitários”, definiu a artista plástica Sílvia Mecozzi.
Confira a reportagem em vídeo:


A curadora e marchand de fotografia Isabel Amado disse estar presente no ato para “lutar pelas conquistas que houve nos últimos 20 anos. É impossível termos um momento de retrocesso. Sou absolutamente contra esse homem que se diz representante do meu país. Ele não me representa, não representa o que conquistei ao longo da minha vida. Sou a favor da liberdade de expressão, por isso estou aqui”.
Diferentes grupos sociais também foram para o Largo da Batata, após o chamado das mulheres. Comunidade LGBTI+, movimento negro, ou simplesmente os que defendem a democracia. O candidato à vice-presidência pela Rede Sustentabilidade, Eduardo Jorge, disse à RBA que “este é mais um episódio das dificuldades que o Brasil passa nos últimos tempos (...). No desespero, aqueles que prometem mágicas, seja na extrema direita ou na extrema esquerda, os candidatos jogam boias, promessas, e a população com dificuldades abraça. Esse ato é contra um tipo de autoritarismo. Eu sou contra todo tipo de autoritarismo e totalitarismo. Estou nessa”.

A médica Célia Medina, médica, 70 anos, um das líderes do movimento Democracia Corintiana afirmou que o movimento representa um gesto pelo "Brasil que queremos". “Mais do que corintiana, sou da democracia corintiana que representa uma luta importante dos amantes de futebol e de política que, sobretudo, quer um país melhor. Queremos um país de direitos iguais, justo, sem essa distância enorme de classes. Queremos um país com direitos iguais para homens e mulheres. Um país sem o racismo assombroso do Brasil. O contrário disso tudo está representado pelo coiso, pelo #EleNão.”
Ao fim do evento os manifestantes saírem em marcha em direção à Av. Paulista e percorreram cerca de 6 quilômetros. Chegaram ao destino por volta de 20h. "Foi um ato gigante, demos um enorme passo para lutar contra o Bolsonaro, precisa ser nas ruas, defender nossas ideias. A luta contra o fascismo no país tem rosto de mulher", disse a jornalista ativista da Mídia Ninja que fez a transmissão da caminhada até a Paulista.
Com reportagem de Cláudia Motta e Paulo Donizetti.



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Pesquisa Ibope na Bahia: Rui Costa, 61%; José Ronaldo, 10%


Pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira (26) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto para o governo da Bahia:

Rui Costa (PT): 61%;
José Ronaldo (DEM): 10%;
João Henrique (PRTB): 2%;
Marcos Mendes (PSOL): 1%;
Célia Sacramento (Rede): 1%;
João Santana (MDB): 1%;
Orlando Andrade (PCO): 0%;
Brancos/nulos: 13%;
Não sabe: 11%.



A pesquisa foi encomendada pela TV Bahia. É o terceiro levantamento do Ibope realizado depois da oficialização das candidaturas na Justiça Eleitoral. No levantamento anterior, feito de 15 a 17 de setembro, os percentuais de intenção de votos eram os seguintes: Rui Costa: 60%; José Ronaldo: 7%; João Henrique: 2%; Marcos Mendes: 1%; Célia Sacramento: 1%; João Santana: 1%; Orlando Andrade: 1%; Brancos/Nulos: 17%; Não sabe: 10%;

Sobre a pesquisa desta quarta-feira

Margem de erro: 3 pontos percentuais para mais ou para menos; Quem foi ouvido: 1512 eleitores em 90 municípios; Quando a pesquisa foi feita: 23 a 25 de setembro; Registro no TRE: BA-08144/2018; Registro no TSE: BR‐00231/2018; O nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro; 0% significa que o candidato não atingiu 1%. Traço significa que o candidato não foi citado por nenhum entrevistado.


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Em campanha para Alckmin, ACM Neto crava que Haddad está no 2° turno


Em clara campanha para o candidato a presidente pelo PSDB, Geraldo Alckmin, o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), cravou que o postulante pelo PT, Fernando Haddad, já está no segundo turno.

“Em minha opinião, Haddad já está no segundo turno. A única coisa que cravo é que o candidato do PT está assegurado nesse segundo turno. Se votar em Bolsonaro, ele perde no segundo turno para o PT”, disse, em entrevista à Rádio Metrópole, nesta terça-feira (25).

O presidente nacional do DEM citou a última pesquisa Ibope, divulgada nesta segunda (24), que aponta que Haddad venceria Bolsonaro em um eventual segundo turno.


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Bolsonaro tem 28%; Haddad, 22%; Ciro, 11%; Alckmin, 8%; Marina, 5%, diz Ibope


O Ibope divulgou nesta segunda-feira (24) o resultado da mais recente pesquisa de intenção de voto na eleição presidencial. A pesquisa ouviu 2.506 eleitores entre sábado (22) e domingo (23). O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos. Os resultados foram os seguintes:

Jair Bolsonaro (PSL): 28%;
Fernando Haddad (PT): 22%;
Ciro Gomes (PDT): 11%;
Geraldo Alckmin (PSDB): 8%;
Marina Silva (Rede): 5%;
João Amoêdo (Novo): 3%;
Alvaro Dias (Podemos): 2%;
Henrique Meirelles (MDB): 2%;
Guilherme Boulos (PSOL): 1%;
Cabo Daciolo (Patriota): 0%;
Vera Lúcia (PSTU): 0%;
João Goulart Filho (PPL): 0%;
Eymael (DC): 0%;
Branco/nulos: 12%;
Não sabe/não respondeu: 6%.

Simulações de segundo turno

Haddad 43% x 37% Bolsonaro (branco/nulo: 15%; não sabe: 4%);
Ciro 46% x 35% Bolsonaro (branco/nulo: 15%; não sabe: 4%);
Alckmin 41% x 36% Bolsonaro (branco/nulo: 20%; não sabe: 4%);
Bolsonaro 39% x 39% Marina (branco/nulo: 19%; não sabe: 4%).
Sobre a pesquisa
Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou para menos;
Entrevistados: 2.506 eleitores em 178 municípios;
Quando a pesquisa foi feita: 22 e 23 de setembro;
Registro no TSE: BR-06630/2018;
Nível de confiança: 95%;
Contratantes da pesquisa: TV Globo e “O Estado de S. Paulo”


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Macaúbas-BA: Mega carreata é realizada com dezenas de veículos até Contendas com reunião política.


Virou uma batalha nas eleições de 2018 pelo voto, principalmente na região serrana, a região que tem mais eleitores no município de Macaúbas e o prefeito Amelinho junto com sua equipe e assessores de seus candidatos a deputado federal Sérgio Brito e estadual Nelson Leal não param, correndo atrás do voto a voto, fazendo diversas reuniões políticas nas comunidades rurais do município.
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Na sede, fez uma super caminhada saindo de sua residência, com destino ao comitê de campanha, recente inaugurado. Na tarde de ontem, uma mega carreata, saindo da praça da matriz centro, com destino a comunidade de Contendas. A concentração foi a tardezinha, uma carreata bem planejada, com um mine-trio (palco), motos e os carros que sumiam de vista, em fila única com apoio da PM garantindo a segurança, uma das maiores carreatas políticas dos últimos tempos, que ficará marcada na historia de Macaúbas. 

Já nas Contendas, a reunião, foi na casa do Vereador Iê, que em sua fala cobrou projetos dos candidatos a deputados se eleitos forem. Mas como de praxe, o prefeito Amelinho disse, que na eleição passada, perdeu a conta de dezenas de candidatos que foram votados em Macaúbas, mas que poucos fizeram e trouxeram obras para o município, disse. Informações Macaubense Life



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Pesquisa DataPoder360 aponta Bolsonaro com 26% e Haddad com 22%


A nova pesquisa DataPoder360, nas ruas entre os dias 19 e 20 de setembro de 2018, indica que o candidato a presidente pelo PSL, Jair Bolsonaro, continua na liderança com 26% das intenções de voto, e Fernando Haddad (PT) registra 22%, uma situação de empate técnico no limite da margem de erro, que é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Postulante pelo PDT, Ciro Gomes, aparece em 2° com 14%. Geraldo Alckmin (PSDB), com 6%; e Marina Silva (Rede), com 4%.

O levantamento tambem mostrou a queda dos votos brancos, nulos e daqueles que dizem estar indecisos. Agora, caiu para 15%.

A pesquisa foi realizada com 4.000 entrevistas em todas as unidades da Federação. É o termômetro mais preciso e atual da corrida pelo Planalto. O registro na Justiça Eleitoral é BR-02039/2018.


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Datafolha: Bolsonaro, 28%; Haddad, 16%; Ciro, 13%; Alckmin, 9%; Marina, 7%


O Datafolha divulgou nesta quinta-feira (20) o resultado da mais recente pesquisa de intenção de voto na eleição presidencial. A pesquisa ouviu 8.601 eleitores na terça-feira (18) e na quarta-feira (19). O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos. Os resultados foram os seguintes: Jair Bolsonaro (PSL): 28%; Fernando Haddad (PT): 16%; Ciro Gomes (PDT): 13%; Geraldo Alckmin (PSDB): 9%; Marina Silva (Rede): 7%; João Amoêdo (Novo): 3%; Alvaro Dias (Podemos): 3%; Henrique Meirelles (MDB): 2%; Vera Lúcia (PSTU): 1%; Guilherme Boulos (PSOL): 1%; Cabo  Daciolo (Patriota): 0%; João Goulart Filho (PPL): 0%; Eymael (DC): 0%; Branco/nulos: 12%; Não sabe/não respondeu: 5%. Em relação ao levantamento anterior do instituto, divulgado na sexta-feira (14): Jair Bolsonaro foi de 26% para 28%; Haddad passou de 13% para 16%; Ciro se manteve em 13%; (Haddad e Ciro estão empatados dentro da margem de erro); Alckmin se manteve com 9%; Marina foi de 8% para 7%.


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CNT/MDA: Haddad desbanca Ciro e assume vice isolada, com 17,6%; Bolsonaro tem 28,2%


O candidato à Presidência da República, Jair Bolsonaro (PSL), continua na liderança das intenções de voto, segundo a pesquisa CNT/MDA, divulgada nesta segunda-feira (17). No levantamento, o deputado federal aparece com 28,2%, ficando isolado no primeiro lugar. Segundo o Bahia Notícias, a pesquisa mostrou também que o crescimento de Fernando Haddad (PT) continua intenso após a oficialização dele como candidato do PT. De acordo com a CNT/MDA, o petista é segundo lugar, com 17,6%. Ele se isolou na vice, desbancando Ciro Gomes (PDT), que registra 10,8% das intenções de voto. Veja abaixo o resultado completo da pesquisa estimulada, quando os nomes dos candidatos são apresentados: Jair Bolsonaro (PSL) – 28,2%; Fernando Haddad (PT) – 17,6%; Ciro Gomes (PDT) – 10,8%; Geraldo Alckmin (PSDB) – 6,1%; Marina Silva (Rede) – 4,1%; João Amoêdo (Novo) – 2,8%; Alvaro Dias (Podemos) – 1,9%; Henrique Meirelles (MDB) – 1,7%; Brancos e Nulos – 13,4%; Indecisos – 12,3%. A pesquisa ouviu 2.002 pessoas, entre os dias 12 e 15 de setembro, em 137 municípios de 25 estados. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-04362/2018.


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A Rede Globo condena por antecipação’, afirma Haddad na bancada do JN


O tema da corrupção e as interrupções pelos entrevistadores William Bonner e Renata Vasconcellos dominaram a sabatina do candidato do PT à presidência, Fernando Haddad, na noite desta sexta-feira (14) no Jornal Nacional. Mas depois que Bonner tentou relacionar o nome da ex-presidente Dilma Rousseff a casos de corrupção, Haddad acusou a emissora de condenar nomes da política por antecipação. Bonner disse que Dilma é ré.  Haddad rebateu dizendo que é apenas investigada, assim como a Rede Globo em processos por sonegação.

Ao se referir aos processos da Lava Jato, Haddad disse que hoje muitas pessoas estão sendo absolvidas. “Cada um paga pelos seus atos. Em função de um indício, você não pode condenar. Eu penso, Bonner, que a Rede Globo muitas vezes condena por antecipação”, disse e foi interrompido. Haddad ainda lembrou que a emissora tem questões com a Receita Federal, e não trata os próprios problemas da mesma maneira que trata os outros. “Eu discordo de querer envolver a Dilma. A delação virou uma indústria em que todo mundo fala o que quer sem apresentar provas”, defendeu ainda.
Tanto no começo como no fim da entrevista, que teve a duração de 27 minutos, como para os outros candidatos, os entrevistadores tentaram dizer que o PT deveria fazer uma autocrítica em relação à questão da corrupção. Haddad defendeu a posição que foi adotada durante os governos do PT, de fortalecimento e independências de instituições como o Ministério Público. “Os governos fortaleceram as instituições que combatem a corrupção”, disse, e também lembrou que a questão da corrupção na Petrobras remonta ao tempo da ditadura civil-militar no país.
No início da sabatina, Haddad fez referência ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e disse que milhões de brasileiros gostariam de vê-lo em seu lugar. Já ao final, quando os entrevistadores insistiam que o PT é culpado pela crise em que se encontra o país, com 13 milhões de desempregados, Haddad citou a entrevista com o senador e ex-presidente do PSDB Tasso Jereissati, ontem (13), ao jornal O Estado de S.Paulo, em que ele diz com todas as letras que foi um erro os tucanos terem entrado no governo de Michel Temer. “Eu estou dizendo que as pautas bombas e as sabotagens que ela (Dilma) sofreu, reconhecidas pelo ex-presidente do PSDB, teve mais influência na crise do que os eventuais erros cometidos antes de 2014”, disse Haddad.

“Vocês estão falando de desempregados?! Nós tínhamos a menor taxa de desemprego em 2014, pega a série histórica, eram 4,9% de desempregados em dezembro de 2014, e aí começa o seu Eduardo Cunha e o seu Aécio Neves a aprovarem despesas lá no Congresso Nacional, despesa em cima de despesa para sabotar um governo (o de Dilma) que precisava fazer um ajuste, mas não para jogar a economia na recessão, mas para recuperar a economia”.


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