Ministério da Saúde atualiza plano de vacinação com novas categorias na prioridade
O Ministério da Saúde publicou a segunda versão
do Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação Contra a Covid-19 incluindo
trabalhadores industriais e portuários nos grupos prioritários para receber o
imunizante. A primeira versão foi divulgada em dezembro do ano passado. Com
esses dois novos setores, que totalizam 5,4 milhões de pessoas, o total do
público prioritário subiu para 77,2 milhões de pessoas. Foram mantidos os
demais segmentos, mas em ordem alterada. De acordo com a Agência Brasil, os idosos
e pessoas com deficiência com 18 anos de idade ou mais em instituições de longa
permanência e indígenas aldeados são citados em primeiro lugar, seguidos dos
trabalhadores de saúde, pessoas com mais de 75 anos e povos e comunidades
tradicionais ribeirinhas e quilombolas. Fazem parte também, após esses
primeiros grupos, idosos de 60 anos a 74 anos, pessoas com comorbidades,
pessoas com deficiência permanente grave, moradores de rua, população privada
de liberdade e funcionários dessas instituições, trabalhadores da educação do
ensino básico e superior, forças de segurança e armadas. Já haviam sido
incluídos trabalhadores do transporte, abarcando aí empregados do transporte
público de coletivos, linhas aéreas e transporte metroviário, rodoviário e
aquaviário. As comorbidades consideradas para os públicos prioritários são
diabetes, pneumopatias graves, hipertensão arterial resistente e de estágios 1,
2 ou 3, insuficiência cardíaca, hipertensão pulmonar, cardiopatia hipertensiva,
síndromes coronarianas, arritmias cardíacas, cardiopatias congênitas, doenças
cerebrovasculares, doenças renais crônicas, anemia falciforme, obesidade
mórbida e síndrome de down. Até o momento, foram distribuídas 8,9 milhões de
vacinas, segundo levantamento do Conselho Nacional de Secretários de Saúde
(Conass) divulgado hoje. Esse montante é suficiente para vacinar 5,3 milhões de
pessoas. Mas há previsão de novas vacinas com a chegada de insumos da China a
partir da próxima semana.
Fonte: Achei Sudoeste






